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Rework: Como avaliar o trabalho a longa distância?

Rework: A nova realidade pode ser o segredo para o sucesso: Este artigo no blog da DIMSCALE teve uma grande aceitação. Assim, optámos por dar continuidade ao tópico do rework e clarificar como é medida esta nova forma de trabalhar.

O facto de não ter o colaborador fisicamente no local de trabalho implica novas maneiras de medir a produtividade do mesmo.

So, let’s have a cup of T.E.A.

 

Que métricas permitem avaliar o desempenho dos colaboradores em rework?

Para cada projeto, existem KPI’S, ou seja, indicadores-chave de desempenho, que analisam a performance do colaborador, seja no local de trabalho ou fora deste.

 

1- Trabalho

Existem dois fatores-chave para avaliar o trabalho concretizado:

  • Tempo operacional

Quando falamos em rework, temos de ter em conta que as horas semanais de trabalho a cumprir se mantêm. O que efetivamente muda é a autogestão do tempo laboral feita pelo trabalhador.

Existe a opção de o colaborador avaliar e escolher o melhor método de trabalho. Por exemplo, se tiver em mãos um projeto que deve estar concluído no prazo de uma semana, poderá organizar-se conforme lhe for mais favorável. Terá a possibilidade de se focar durante dois dias seguidos apenas nesse projeto e ter os restantes dias da semana livres para outros assuntos, sejam profissionais ou pessoais.

O colaborador é dono do seu tempo. Contudo, agregada a esta liberdade está uma maior responsabilidade. O reworking funciona essencialmente na base da confiança e de resultados apresentados. O nível de compromisso e encargos associados é acrescido, dado o peso da palavra do colaborador.

  • Eficiência

Aqui, é avaliado o número de erros cometidos pelo colaborador. Se bem que, verdade seja dita, erros são uma utopia nas medições da DIMSCALE. Podemos parecer arrogantes, mas a nossa eficiência resulta de um rigoroso cumprimento de procedimentos e processos e da existência de um eficaz controlo de qualidade. Assim, filtramos qualquer que seja o mínimo erro cometido, descrições precisas e codificação para cada artigo estipulado.

Na DIMSCALE, prevalece uma atitude de olhar para o erro como forma de aprender e de não o replicar. Os procedimentos têm regras restritivas, que têm de ser seguidas com rigor. Para cada projeto, independentemente de ser dispendioso ou não, é cumprido um leque de normas que acrescenta qualidade ao serviço praticado.

 

2- Data de entrega ao cliente

Second sip. É avaliada através do estabelecimento e cumprimento de prazos e tem uma ligação paralela com o trabalho. Rege-se imenso pela capacidade de adequar a gestão de tempo para cada proposta laboral/projeto.

 

3- Atitude

For last, but not least. Outra das métricas a avaliar é a atitude, onde se inclui o nível de compromisso, integração e postura para com a empresa. Esta é uma avaliação mais generalizada e não se restringe tanto ao rework, mas sim a todo o trabalho feito em qualquer entidade. Assim, a prestação do colaborador terá de ser empenhada, produtiva e coerente.
 

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